quarenta e dois
para a carla
às vezes deitava-me no chão.
ficava quieto
a observar as nuvens no céu.
e as esteiras de vapor d’água
deixadas por aviões que passavam.
às vezes penso em como
elas se intersectam no espaço
mas nunca no tempo.
(2000)

05.February.28 23:42
Adorei o poema.
05.March.01 15:39
relmente o céu, as nuvens, os aviões têm uma mistica. ainda bem que trabalho dentro deles…